A grande maioria dos instrumentos tocados no carnaval parisiense era brasileira, já os instrumentistas, infelizmente, não. O batuque era bem ritmado, mas sem a poesia, perdia a graça em meio ao frio. Os que acompanhavam os blocos pareciam mais curiosos que animados, e talvez, nós mesmos, estivéssemos mais curiosos que animados. Foi um pouco estranho, estar em Paris e sentir-se, talvez, em São Paulo.
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